Matérias e mais matérias anunciavam o final de semana de comemorações do centenário da imigração japonesa no Brasil. Então aproveitei oi “clima” e fui, pela primeira vez, conhecer a feira da Liberdade. O post anterior, sobre os Acarajés da Liberdade, também me deixou bem curiosa – afinal, porque haveria acarajés na Liberdade?
Chegando perto da feira, comecei a perceber que a idéia talvez não tivesse sido das melhores – o trânsito e as ruas abarrotadas de gente de todos os tipos mostraram o que viria a seguir – ruas abarrotadas de gente. Depois de um tempinho olhando as quinquilharias variadas, chegamos na rua das comidas. Yakisoba, espetinhos, acarajé, raspadinhas, e muitos, muitos tipos de comida japonesa, com lulas, polvos e afins.
No meio de tanta gente, não sabia nem para onde ir, por onde começar. Decidi optar pelo mais seguro: um espetinho de queijo coalho. A barraca não era a mais cheia, mas ainda assim era difícil fazer o pedido. Além da dona da barraca, uma senhora japonesa com sobrancelhas pintadas com um lápis azul escuro e uma maquiagem que resistia a fumaça dos espetos. Além do queijo (que estava delicioso, meio tostado, mas não queimado), as opções ainda traziam alcatra, picanha, linguiça, linguiça com queijo, frango – e dois sabores mais estranhos, codorna e rã. Não tive coragem, admito. Ainda queria um yakisoba, e achei que começar a tarde comendo uma codorna num palito, quase inteira, ia ser um pouco de exagero.
- “O” queijo
- a chapa a todo vapor
Onde: Feira da Liberdade
Preço: 3 reais (queijo coalho)
Atendimento: rápido
Comida: boa

