
Para terminar o passeio pela feira da Liberdade, fomos olhar os doces. Uma das únicas barracas vende waffles (nada orientais, e o moço que vende também não é oriental - como a maioria dos que servem as barracas. Mas a dona da barraca é) e raspadinhas, com groselhas e outras opções. Segundo a vendedora, muito simpática, aquele dia a raspadinha não está saindo muito. “É o frio”, diz ela, apesar de ainda não estar muito frio.
Acabamos escolhendo um waffle mesmo, e deixando a raspadinha para a próxima vez. Meio correndo para o carro, porque há uma chuva absurda se aproximando e está ficando escuro ás 16h, o waffle não está particularmente quente, e dá um trabalho danado comer - ele foi mergulhado numa calda de chocolate, que agora escorre pelos guardanapos. E assim acabou meu dia na Liberdade - muitas, muitas pessoas, inclusive eu, comendo as mais diferentes coisas, se acotovelando para pegar um yakisoba, um espetinho de codorna, um acarajé e uma coca. Tudo isso em 2 quadras.
- Comida de rua - bacalhau
- a barraca de raspadinha, com groselha à vontade
- Camarões no palito
- Pizza japonesa, mais uma opção da feira
- Paulistanos na Liberdade comemorando o centenário da imigração japonesa no Brasil
- A barraca dos bolinhos de lula, 4 reais a porção, também tinha fila






Minha irmã adora o takoyaki da feira da Liba!
abs.